A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) informa que a direção do Presídio de Caratinga instaurou um procedimento interno para apurar as circunstâncias da morte de Maxwel Carlos Felício, de 30 anos.
De acordo com os familiares, Maxwel estava detido no presídio de Caratinga quando começou a passar mal. Diante da gravidade da situação, ele foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu cuidados médicos.
Porém, após apresentar uma crise, não resistiu e morreu. Abalados, os familiares questionam as circunstâncias do caso e pedem informações sobre o estado de saúde dele antes do encaminhamento para a unidade hospitalar.
Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais informou que na manhã dessa segunda-feira (18), policiais penais foram acionados por colegas de cela de Maxweel, que relataram que ele se sentia mal. Imediatamente, o detento foi retirado da cela e levado ao setor de saúde da unidade prisional. Em seguida, ele foi encaminhado para atendimento na UPA de Caratinga, onde morreu.
A Sejusp destacou ainda que as investigações na esfera criminal são de responsabilidade da Polícia Civil.
De acordo com a secretaria, Maxwel havia sido admitido no Presídio de Caratinga em 30 de junho de 2025 e possuía passagens pelo sistema prisional desde setembro de 2013.