O uso da caixa de som voltada para a rua, no comércio de Caratinga, é uma prática antiga. Alguns lojistas que adotam este recurso como mais uma estratégia de venda têm se sentido incomodados com a fiscalização da prefeitura.
José Antônio de Assis tem uma loja na rua Dona Julica. Segundo ele, foram várias notificações no estabelecimento comercial que tinha em outro endereço.
E gostaria que a fiscalização fosse mais flexível.
Alan Maia é outro lojista que foi abordado pela fiscalização por causa de um cavalete na calçada.
Para entender como a fiscalização municipal tem atuado, a Rádio Cidade convidou a diretora deste departamento para uma entrevista. De acordo com Érica Rodrigues, as visitas ao comércio são feitas somente a partir de denúncias, atendendo as queixas pontualmente. Além disso, afirmou que as lojas podem utilizar caixas de som, desde que não ocupem a calçada.

A diretora de fiscalização ampliou as explicações para o uso da calçada de forma geral pelos comerciantes.
Érica Rodrigues disse que a prefeitura pode flexibilizar as regras das atividades comerciais desde que ninguém seja prejudicado, nem os comerciantes, nem os pedestres.
Solicitações ou reclamações relacionadas ao departamento de fiscalização municipal podem ser feitas através do WhatsApp da Secretaria de Meio Ambiente: 33219-8051 ou 3329-8102. A ouvidoria municipal atende presencialmente em imóvel ao lado da Caixa Econômica Federal, na praça Cesário Alvim.
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Uma jovem de 25 anos foi socorrida com um vergalhão de ferro cravado na perna, após sofrer queda, na noite desse domingo (19), no bairro Santo Antônio, em Santa Rita de Minas. O Corpo de Bombeiros Militar e o SAMU de Caratinga prestaram socorro.
De acordo com as equipes de resgate, ao cair no chão, a jovem teve a perna perfurada e cravada por um vergalhão de 3/8 de polegada sobressalente do calçamento da área de acesso de uma residência. O vergalhão penetrou cerca de 15 cm em sua perna.

A vítima foi socorrida consciente apresentando hemorragia moderada no local do ferimento. Com o uso da ferramenta “cortafio”, foi feito o corte do vergalhão preso ao concreto e, posteriormente, a liberação da perna da vítima. Em seguida, ela foi encaminhada ao Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Caratinga.
Antes de deixar o local do acidente, os bombeiros cortaram a ponta de outros vergalhões que ofereciam perigo.
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