Míriam Leitão

Miriam Leitão recebe homenagem em Caratinga pela posse na Academia Brasileira de Letras

A jornalista e escritora caratinguense Miriam Leitão foi homenageada pela Fundação Casarão das Artes e pela Academia Caratinguense de Letras (ACL) nesse domingo (14), em Caratinga. Miriam foi empossada na Academia Brasileira de Letras, no último mês de agosto, sendo o terceiro membro da instituição cultural natural de Caratinga. Ziraldo foi imortal da academia, assim como Ruy Castro, que hoje é confrade da jornalista.

 

O presidente do Casarão das Artes Américo Galvão considera que a posse de Miriam na ABL tem importante valor para Minas Gerais e, também, para as mulheres.

 

 

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A presidente da ACL, Verônica Moreira, destacou a honra de tê-la em meio aos imortais.

 

 

 

 

A homenagem teve início com o resumo da trajetória de Miriam Leitão desde a infância, seus prêmios e o valor desta sua última conquista. A presidente da ACL registrou a contribuição da escritora à literatura brasileira. Em seguida, o espaço foi aberto para que Miriam falasse com o público sobre o valor desta nomeação para ela, para sua família e para a cidade. Sobre Caratinga, reconheceu, mais uma vez, as experiências do Colégio Caratinga e as pessoas que a motivaram a definir sua trajetória profissional na infância e adolescência.

 

 

 

 

 

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Sônia Braga é convidada a interpretar Míriam Leitão no cinema

A atriz Sônia Braga foi escolhida para interpretar a jornalista caratinguense Míriam Leitão no filme “Em nome dos pais”, dirigido por Bruno Barreto. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Matheus Leitão, filho da jornalista. O roteiro é de Maria Adelaide Amaral e está em fase de pré-produção.

 

 

O livro de Matheus relata a busca do autor por detalhes do passado familiar e relembra os episódios de violência cometidos contra opositores do regime, incluindo assassinatos e desaparecimentos forçados no governo Médici (1969/1974).

 

 

O filme “Em nome dos pais” se junta a uma série de produções que buscam resgatar a memória da resistência e da luta pela democracia no Brasil. A expectativa é que provoque reflexões sobre os impactos da repressão e a importância da liberdade de expressão.

 

 

Sônia Braga, conhecida por seu talento e engajamento em causas sociais, traz uma nova perspectiva para a representação de um período sombrio da história brasileira. A escolha da atriz reflete a importância de dar voz a histórias que precisam ser lembradas e discutidas.

 

 

Sônia e Bruno Barreto trabalharam em sucessos do cinema brasileiro: Dona Flor e seus Dois Maridos (1976), A Dama do Lotação (1978), Eu te Amo (1981) e Gabriela (1983).

 

 

Fonte: Mauro Jardim/Na Tela/Uol

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