Além dos tratamentos médicos tradicionais, como cirurgia, quimioterapia e radioterapia, diversas práticas complementares podem contribuir para o bem-estar dos pacientes com câncer. Entre elas, a música tem se destacado como uma ferramenta capaz de proporcionar conforto, reduzir a ansiedade e tornar o período de tratamento menos estressante. Mas qual é o papel da música no cuidado do paciente oncológico e quais benefícios ela pode trazer para a saúde física e emocional a partir da análise de uma médica oncologista?
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Os testes genéticos recreativos vêm se popularizando nos últimos anos, oferecendo informações sobre ancestralidade, características físicas e até possíveis predisposições a determinadas doenças. No entanto, quando o assunto é saúde, especialmente o câncer, é importante entender os limites dessas análises e a diferença entre testes voltados ao entretenimento e exames genéticos realizados com finalidade médica.
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O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (10), que vai investir R$ 10 milhões na terapia CART-T Cell, tratamento nacional promissor para cânceres do sangue. O procedimento entrou no fluxo prioritário do Comitê de Inovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS).
“Com isso, o registro desse produto para o SUS pode sair mais rápido. Isso significa que teremos no SUS uma terapia que custa hoje em torno de US$ 500 mil (R$ 2,8 milhões). A pessoa vai se tratar em outros países, nos Estados Unidos, paga do próprio bolso US$ 500 mil. Nós vamos ter isso no SUS de graça”, anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em coletiva de imprensa em Ribeirão Preto (SP).
Resultados de estudos desenvolvidos pelo Instituto Butantan em parceria com o Hemocentro de Ribeirão Preto apontam que 87% dos pacientes tratados com CAR-T Cell tiveram sucesso no tratamento contra linfoma. Além disso, aproximadamente nove em cada 10 pacientes tiveram redução significativa ou desaparecimento do tumor após o tratamento.
Para que o tratamento seja incorporado ao SUS, é necessária a conclusão do estudo em todos os pacientes submetidos à terapia. “Em geral, as regras do registro exigem um ano de acompanhamento desses pacientes. Você tem mais um ano de acompanhamento para ver se esses resultados se confirmam, da remissão desse tipo de câncer, no caso, o linfoma. E aí faz o registro na Anvisa e, a partir desse registro, já pode ser incorporado no Sistema Único de Saúde”, detalha Alexandre Padilha.
*Itatiaia
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Muitas vezes temos a impressão de que, ao falarmos de saúde, estamos conversando quase que exclusivamente com as MULHERES. Temos o histórico de sermos mais cuidadosas e atentas quando o assunto é PREVENÇÃO. Além do fato de termos menos resistência…, vergonha… e até preconceitos ao procuramos um médico.
O programa de hoje é inteiramente voltado pra vocês, HOMENS.
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✨ O câncer de mama é o mais comum entre mulheres no Brasil. Não à toa, a campanha de prevenção a esta doença está entre as que mais repercutem no calendário anual das ações de saúde.
No programa desta quarta-feira (15), Dra. Samira Cotta explica o que é possível fazer para diminuirmos os riscos deste diagnóstico.
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Infelizmente, nem sempre é possível detectar o câncer logo no início. Seja por falta de prevenção, seja por um tumor de difícil diagnóstico. Qualquer que seja o câncer, o tratamento em estágio avançado é mais desafiador. Mas será que, ainda assim, há cura?
Dra. Samira Cotta traz esta abordagem no programa desta quarta-feira (18).
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A cura.. Todo o empenho das pesquisas, da equipe médica, do paciente e sua família são na direção da CURA do câncer. Não à toa esta trajetória é chamada de “luta” e, quando concluída, ganha o nome de “vitória”.
A oncologista Dra. Samira fala para os ouvintes da rádio sobre este tema que é a grande esperança de milhares de pessoas nos dias de hoje.
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O assunto desta quarta-feira é especialmente delicado, porque vamos falar sobre algo que é muito importante para várias mulheres e vários homens: o desejo de ter filhos. Um dos grandes receios manifestados pelas pessoas diagnosticadas com câncer, principalmente quando mais jovens, é o medo de ficaram inférteis.
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