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Empresário de Caratinga investigado por Gaeco do Espírito Santo deixa o presídio com tornozeleira eletrônica

O empresário caratinguense que atua no ramo de motos e consórcio, supostamente envolvido em esquema de fraude financeira, foi solto por meio de habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo. Ele deverá permanecer em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.

 

 

O empresário foi preso na última quarta-feira (13). Ele era alvo de investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Estado do Espírito Santo. Outro investigado, da mesma empresa de Caratinga, também foi preso.

 

 

A investigação apura a existência de organização criminosa responsável pela venda irregular de consórcios e cartas de crédito.  Conforme o Ministério Público, a apuração comprovou que uma empresa de Caratinga, que administra grupos de consórcio, comanda a organização fazendo parcerias com empresas locais em diversas cidades para comercializar suas supostas cartas de crédito. Os mandados de prisão se referem aos acusados ligados a esta empresa.

 

 

Abaixo do núcleo principal da organização está uma empresa de Linhares/ES, cujo proprietário se encontra foragido desde a primeira etapa das investigações. Em resumo, a empresa de Linhares tinha a função de induzir ao erro as vítimas/consumidores com a falsa promessa de concessão de créditos em nome da empresa mineira.

 

 

Após a deflagração da operação na semana passada, nove vítimas registraram boletins de ocorrência afirmando terem sido vítimas do golpe que teria sido praticado pelas empresas de Minas Gerais e de Linhares.

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Viúva e amante são presos acusados de terem planejado assassinato de empresário de Ipanema

A Polícia Civil afirma ter esclarecido o assassinato de um empresário de Ipanema. A esposa dele e o amante são acusados de terem planejado e executado o crime. Os dois foram presos preventivamente mediante mandado expedido pela Justiça.

 

 

No início da madrugada do dia 16 de dezembro de 2022, Odil Valentim Júnior, de 46 anos, foi morto enquanto dormia. Na época, a esposa alegou ter sido acordada por um homem não identificado que a retirou da cama, colocando algo em sua boca e nariz, fazendo-a perder a consciência. Os filhos de 17 e 10 anos estavam em outro quarto. A viúva ainda afirmou ter recobrado a consciência já no quarto dos filhos, deitada no chão. A porta do quarto estaria trancada por um trinco na parte externa. Ao saírem, após a chegada de familiares, depararam com o corpo de Odil caído entre a cama e a parede do cômodo onde dormia.

 

 

Conforme a investigação, ficou demonstrado que a versão apresentada por ela era contraditória. Apurou-se que aproximadamente três meses antes de morrer, a vítima soube do relacionamento extraconjugal da esposa com um homem de 37 anos. A partir de então, o casamento se tornou muito conturbado. A Polícia Civil concluiu, através de inúmeros elementos, que a mulher e o amante teriam planejado e executado o crime.

 


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